Notícia Agreste

Caruaru perto de registrar 1° comprimido para leishmaniose

Atualmente, o tratamento é feito de forma intravenosa

Publicado em 05.09.2017 , às 09:05

Por TV Jornal

Se aprovado, o medicamento será registrado e comercializado a partir de 2020

Se aprovado, o medicamento será registrado e comercializado a partir de 2020
Reprodução/TV Jornal

Os profissionais do laboratório Hebron, sediado em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, estão perto de registrar o primeiro medicamento para tratar a leishmaniose em comprimido. Atualmente, o tratamento é feito de forma intravenosa, diretamente na veia.

Após ser testada em humanos com o êxito de 99,8% de cura, em 2014, a fórmula vai para a segunda fase, onde será avaliado em 60 pacientes em Belém do Pará. Se aprovado, o medicamento será registrado e comercializado a partir de 2020.



A doença

A leishmaniose é uma doença infecciosa que atinge as células do corpo humano, causando febre, anemia e fraqueza. A enfermidade, transmitida por insetos infectados, é mais comum em zonas rurais.


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