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Cuidado com fraudadores que se passam por servidores da Previdência


Publicado em 15.09.2017 , às 20:14

Por Portal Brasil

EBC

Beneficiários da Previdência Social devem ficar atentos a fraudes e golpes. A Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda alerta à população sobre fraudadores que se passam por representantes do órgão para oferecer benefícios e extorquir os segurados. Segundo a Ouvidoria Geral da Previdência Social, 732 denúncias reportando crimes como estes foram registradas até julho deste ano, frente a 948 em 2016.

Para fazer denúncias, o cidadão pode telefonar para a Central 135 e agendar uma visita a uma agência da Previdência Social (APS), onde serão tomadas todas as providências devidas. Caso tenha sido vítima, um boletim de ocorrência deve ser registrado na Polícia Civil.

A Previdência nunca solicita dados pessoais dos seus segurados por e-mail ou telefone e também não exige cobrança para prestar o atendimento nem realizar seus serviços. A principal recomendação da instituição para os seus segurados é que não utilizem intermediários para entrar em contato e, em hipótese alguma, depositem qualquer quantia para ter direito a algum benefício previdenciário.



Golpes

O órgão alerta que os criminosos costumam entrar em contato, por telefone, identificando-se como integrantes do Conselho Nacional de Previdência (CNP) oferecendo benefícios para o aposentado ou pensionista, como valores atrasados a receber, e solicitando que retornem o contato. Uma vez que o beneficiário retorna a ligação, os fraudadores pedem dados pessoais e um depósito para liberar a quantia prometida.

Outra forma de aplicar o golpe é mandando documentos em nome de “Auditoria Geral Previdenciária” para o beneficiário, e informando que ele possui valores a resgatar devido à contribuição em aposentadoria complementar. Entretanto, a Previdência Social não tem relação com planos de previdência privada ou entra em contato com os segurados por esse meio.

Os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também devem ficar atentos a abordagens na rua, oferecendo dinheiro de uma suposta revisão de benefícios, por exemplo, referentes ao período do governo Collor.


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