ESPINHEIRO

Polícia investiga assassinato de empresário morto a tiros no Recife

O carro do empresário passou por perícia neste sábado (29)

Ísis Lima
Ísis Lima
Publicado em 29/08/2020 às 11:18
Tião Siqueira/TV Jornal
FOTO: Tião Siqueira/TV Jornal

O carro do empresário João Carlos Pinheiro, que foi morto a tiros na noite desta sexta-feira (28) no bairro do Espinheiro, na Zona Norte do Recife, passou por perícia na manhã deste sábado (29) no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Nenhum pertence da vítima foi levado. O perito Carlos Lira esteve no local do homicídio disse que a polícia ainda não sabe o que teria motivado os disparos. “Caso tenha sido uma tentativa de roubo, esse ato não concluído. Mas não sabemos ainda e estamos investigando. Vamos juntar todos os elementos para verificar se foi um latrocínio ou uma execução”, disse.

Ainda de acordo com o perito, mais perícias devem ser realizadas no local do crime para colher mais evidências que possam ajudar a esclarecer o assassinato.

Em nota, a Polícia Civil informou que as investigações ficaram com a 2ª DPH/DHPP. Leia a nota completa abaixo:

"A Polícia Civil está investigando um homicídio ocorrido na noite de ontem (28), no Espinheiro. A vítima, um senhor de 56 anos de idade, foi alvejada por disparos de arma de fogo, dentro do seu veículo, por elementos desconhecidos, que dispararam contra a vítima, do interior de outro veículo. As investigações seguirão com a 2ª DPH/DHPP, até a completa elucidação do crime".

Morte após perseguição

Segundo a polícia, o empresário tinha acabado de sair de uma gráfica e ao sair do local em seu carro foi surpreendido pelos assassinos, que estariam em um veículo preto com adesivo na placa. Enquanto os suspeitos efetuavam os disparos, a vítima conseguiu dirigir pela contra mão na Rua Carneiro Vilela, mas perdeu o controle e bateu em um outro veículo na Avenida Conselheiro Portela.

O empresário foi atingido por vários tiros e morreu no local. Os criminosos conseguiram fugir.

O corpo do empresário foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML). Neste sábado (29), familiares estiveram no local, mas não quiseram gravar entrevista.