Abastecimento

Coronavírus: Associação Pernambucana de Supermercados divulga nota


A nota se refere ao aumento da procura aos estabelecimentos, por causa da confirmação de casos de coronavírus

Karina Costa Albuquerque Karina Costa Albuquerque
Karina Costa Albuquerque
Karina Costa Albuquerque
Publicado em 17/03/2020 às 10:30
Gustavo Henrique / Cortesia
FOTO: Gustavo Henrique / Cortesia
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A Associação Pernambucana de Supermercados (Apes) enviou uma nota e informa que, mesmo com a grande procura aos estabelecimentos, por causa da confirmação de casos de coronavírus, não há motivos para preocupação, com relação a escassez ou falta de produtos, nas redes de supermercados. A nota ressalta ainda que o abastecimento de mercadorias segue funcionando normalmente.

Confira a nota na íntegra

A Associação Pernambucana de Supermercado - APES -, entidade que representa segmento supermercadista em Pernambuco, informa que está engajada na campanha de combate ao COVID-19, e que se une aos órgãos públicos nas medidas de controle à disseminação do Coronavírus.

Ressalta, ainda, que o abastecimento dos pontos de venda está totalmente normal, não havendo motivo algum para intranquilidade quanto à escassez ou falta de produtos, tampouco para estocagem de alimentos e demais itens de consumo em casa.

No final de semana, quando foram anunciadas as medidas de prevenção à disseminação do Coronavírus em Pernambuco, tivemos registros pontuais de maior volume de venda em lojas de alguns bairros do Recife e interior do Estado. Em função disso ter ocorrido exatamente no final de semana, quando a parte logística das lojas tem outra dinâmica de funcionamento, o serviço de reposição das gôndolas ficou mais lento, o que pode ter provocado uma impressão de falta de produtos.

Mas informamos que não há nenhum motivo para preocupação sobre desabastecimento. Toda a cadeia segue funcionando normalmente - produção, indústria, distribuição, transporte e varejo.

A APES está atenta e monitorando quaisquer alterações nesse fluxo da cadeia do abastecimento, e reitera que não há motivo para preocupação.