COVID-19

'No bairro tem': tecnologia ajuda comerciantes em época de coronavírus

Com o comércio em baixo movimento, plataforma é alternativa para comerciantes aumentarem as vendas

'No bairro tem': tecnologia ajuda comerciantes em época de coronavírus

Na plataforma, os empreendedores podem anunciar seus produtos e registrar suas empresas, de forma gratuita - Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Com o intuito de ajudar os comerciantes do Recife e Região Metropolitana, neste período de pandemia, alunos do curso de Ciências da Informação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) criaram o site 'No Bairro Tem!'.

Na plataforma, os empreendedores podem anunciar seus produtos e registrar suas empresas, de forma gratuita, e os clientes podem buscar no catálogo por opções perto de casa e incentivar comércio e serviços locais.

Cadastro

Para cadastrar seu negócio, basta acessar o formulário, por computador ou celular, e inserir informações. São aceitas lojas dos setores de farmácia, alimentos e bebidas, água e gás, serviços profissionais e materiais de construção, elétrica e similares. É possível colocar redes sociais, no formulário de inscrição.

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Comércio fechado

Em Pernambuco, desde o dia 21 de março, só estão autorizados a abrir estabelecimentos considerados indispensáveis, como supermercados, farmácias depósitos de água e gás e casas de ração. A medida foi tomada como forma de prevenção ao novo coronavírus (Covid-19).

Com a decisão, comerciantes foram prejudicados. Para os vendedores que trabalham nos subúrbios das cidades, a determinação de fechar os comércios não essenciais e caiu como uma bomba. A maioria afirma que não sabe o que fazer e garante que o sentimento é um só: medo.

Cleison Ferreira, por exemplo, mantém uma loja de roupas em Olinda, no Grande Recife, e paga o aluguel do ponto com o dinheiro que consegue nas vendas. Apesar da determinação do Governo, ele decidiu reabrir, nessa segunda-feira (30), porque estava preocupado.

Outra que também está em situação delicada é Vilma Costa, que também está com mercadorias paradas. Ela vende arranjos de flores, há 20 anos, e disse que nunca passou por uma situação tão delicada.

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