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Sean Feucht emite carta aberta de alerta aos pastores: 'Crentes estão sendo perseguidos e censurados'; saiba mais

Pastor Sean Feucht emitiu uma carta aberta aos pastores dos EUA

Suzyanne Freitas
Suzyanne Freitas
Publicado em 27/04/2022 às 10:33
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Pastor Sean Feucht - FOTO: Internet
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Diante de uma perseguição polícia e social, o pastor Sean Feucht emitiu uma carta aberta aos pastores dos Estados Unidos (EUA).

Na carta, que você pode ler em inglês clicando aqui, o religioso cobra um posicionamento da liderança cristã norte-americana que tem se silenciado enquanto é atracada por vários lados.

"Estamos testemunhando uma tenência perigosa na história americana - líderes da igreja, e essa é a própria igreja, parecendo cada vez mais com o mundo", criticou Feucht, que tem levado eventos de avivamento para vários pontos do seu país.

PALAVRA DE DEUS

Sean diz também que a esquerda política tenta limitar o que os cristãos acreditam, quando na verdade a Palavra de Deus é a única verdade que importa para os cristãos.

“As pessoas reclamam que a verdade bíblica não deve se espalhar para assuntos políticos. Discordo. Na verdade, acho que a igreja cedeu autoridade espiritual demais aos políticos, de ambos os lados”.

BATALHA ESPIRITUAL TRAVADA

Feucht também diz que os cristãos estão permitindo “que esta batalha espiritual seja travada nas planícies erradas”, deixando de ser uma batalha do coração e da alma, para chegar ao centro político dos EUA.

“É hora de retomar o terreno elevado e começar a ditar os termos da luta”, convoca. O pastor fundador do “Let Us Worship Movement” também cobra reação das igrejas diante de novas leis que são importantes para garantir a liberdade das famílias.

“Estamos tão entorpecidos, condicionados ou impotentes que optamos por ignorar as tentativas descaradas das megacorporações de sexualizar nossos filhos? Como vemos cinco bebês mortos completamente formados descobertos do lado de fora de uma clínica de aborto em DC e desviamos o olhar?”, diz ele citando escândalos recentes amplamente noticiados na mídia.

“O mundo quer nos silenciar, nos dividir ou, mais perigosamente, nos conformar. Como igreja, comece não se esquivando da verdade em nome da tolerância. Precisamos confrontar as mentiras com a Sua Verdade, não importa quem ofenda. Se perdermos amigos, que assim seja”, completa.

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