QUARENTENA

Veja quais cidades de Pernambuco adotam medidas restritivas a partir deste sábado (5), e saiba o que muda

Medidas restritivas em cidades de Pernambuco são válidas até o dia 13 de junho

Veja quais cidades de Pernambuco adotam medidas restritivas a partir deste sábado (5), e saiba o que muda

Comércio com as portas fechadas em Limoeiro, no Agreste de Pernambuco - Foto: Bruno Campos/ JC Imagem

Após análise do Comitê de Enfrentamento à Covid-19, o governador Paulo Câmara determinou, na última quarta-feira (2), que as cidades da Macrorregião 3, no Sertão, adotarão medidas restritivas no mesmo esquema válido para a Macrorregião 1, que compõe cidades da Região Metropolitana do Recife e Zonas da Mata Norte e Sul. Sendo assim, nos próximos finais de semana - 5 e 6 de junho e 12 e 13 de junho - somente atividades essenciais poderão funcionar.

O governo tomou a decisão após os municípios sertanejos próximos a Arcoverde, Afogados da Ingazeira e Serra Talhada apresentaram crescimento de 68% em duas semanas nas solicitações de leito de UTI. 

Além disso, o Governo de Pernambuco também prorrogou as medidas restritivas estabelecidas em todo o Estado, seguindo agora até o dia 13 de junho. As 65 cidades do Agreste, sendo 53 municípios das Gerências Regionais (Geres) de Caruaru e Garanhuns, além das 12 cidades da Geres de Limoeiro, seguem em quarentena rígida. Nesses locais, durante toda a semana, só poderão abrir as portas atividades autorizadas (essenciais).

A Macrorregião 4, que contempla a região do Vale do São Francisco e Araripe, permanece no esquema de funcionamento até 20h, de segunda a sexta, e até 18h nos finais de semana.

Quais cidades do Sertão adotarão medidas restritivas mais rígidas?

As cidades Macrorregião 3 que terão restrições neste final de semana, 5 e 6 de junho, e no próximo,  e foram anunciadas nessa quarta-feira são as seguintes:

VI Geres

Arcoverde (sede), Buíque, Custódia, Ibimirim, Inajá, Jatobá, Manarí, Pedra, Petrolândia, Sertânia, Tacaratu, Tupanatinga, Venturosa 

XI Geres 

Betânia, Calumbi, Carnaubeira da Penha, Flores, Floresta, Itacuruba, Santa Cruz da Baixa Verde, São José do Belmonte, Serra Talhada (sede), Triunfo

X Geres 

Afogados da Ingazeira (sede), Brejinho, Carnaíba, Iguaraci, Ingazeira, Itapetim, Quixaba, Santa Terezinha, São José do Egito, Solidão, Tabira, Tuparetama.

Quais cidades tiveram as medidas restritivas prorrogadas?

Macrorregião 2 

As cidades com quarentena rígida durante a semana e fins de semana fazem parte da Macorregião 2, no Agreste de Pernambuco. Veja abaixo os 65 municípios: 

Bom Jardim, Casinhas, Cumaru, Feira Nova, João Alfredo, Limoeiro, Machados, Orobó, Passira, Salgadinho, Surubim e Vertente do Lério.

Águas Belas, Angelim, Bom Conselho, Brejão, Caetés, Calçados, Canhotinho, Capoeiras, Correntes, Garanhus, Iati, Itaíba, Jucati, Jupi, Lagoa do Ouro, Lajedo, Palmerina, Paranatama, Saloá, São João, Terezinha.

Agrestina, Alagoinha, Altinho, Barra de Guabiraba, Belo Jardim , Bezerros, Bonito, Brejo da Madre de Deus, Cachoeirinha, Camocim de São Felix, Caruaru, Cupira, Frei Miguelinho, Gravatá, Ibirajuba, Jataúba, Jurema, Panelas, Pesqueira, Poção, Riacho das Almas, Sairé, Sanharó, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria do Cambucá, São Bento do Uma, São Caetano, São Joaquim do Monte, Tacaimbó, Taquaritinga do Norte, Toritama, Vertentes.

Macrorregião 1 

As cidades abaixo, que fazem parte da Macrorregião 1, na Região Metropolitana do Recife e Zonas da Mata Norte e Sul, a quarentena rígida é válida para os finais de semana e feriados. Veja abaixo os municípios atingidos: 

Na Região Metropolitana do Recife: Abreu e Lima, Aracoiaba, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Goiana, Igarassu, Ipojuca, Itamaracá, Itapissuma, Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Olinda, Paulista, Recife, São Lourenço da Mata.

Zona da Mata Norte: Aliança, Buenos Aires, Camutanga, Carpina, Chã de Alegria, Condado, Ferreiros, Glória do Goitá, Itambé, Itaquitinga, Lagoa do Carro, Lagoa de Itaenga, Macaparana, Nazaré da Mata, Paudalho, Timbaúba, Tracunhaém, Vicência.

Zona da Mata Sul: Água Preta, Amaraji, Barreiros, Belém de Maria, Catende, Chã Grande, Cortes, Escada, Gameleira, Jaqueira, Joaquim Nabuco, Maraial, Palmares, Pombos, Primavera, Quipapá, Ribeirão, Rio Formoso, São Benedito do Sul, Sirinhaém, São José da Coroa Grande, Tamandaré, Vitória de Santo Antão, Xexéu.

O que pode funcionar? 

Confira abaixo os estabelecimentos e serviços autorizados a funcionar, de forma presencial, no período de 26 de maior a 13 de junho de 2021: 

  • serviços públicos municipais, estaduais e federais, inclusive os outorgados ou delegados, nos âmbitos dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, dos Ministérios Públicos e dos Tribunais de Contas, e representações diplomáticas, devendo ser priorizado o teletrabalho;
  • farmácias e estabelecimentos de venda de produtos médico-hospitalares;
  • postos de gasolina, inclusive loja de conveniência, apenas para ponto de coleta;
  • serviços essenciais à saúde, como médicos, clínicas, hospitais, laboratórios e demais estabelecimentos relacionados à prestação de serviços na área de saúde, observados os termos de portaria ou outras normas regulamentares editadas pelo Secretário Estadual de Saúde;
  • serviços de abastecimento de água, gás e demais combustíveis, saneamento, coleta de lixo, energia, telecomunicações e internet;
  • clínicas e os hospitais veterinários e assistência a animais, inclusive em shopping centers;
  • serviços funerários;
  • hotéis e pousadas, incluídos os restaurantes e afins, localizados em suas dependências, com atendimento restrito aos hóspedes;
  • serviços de manutenção predial e prevenção de incêndio;
  • serviços de transporte, armazenamento de mercadorias e centrais de distribuição;
  • estabelecimentos industriais e logísticos, bem como os serviços de transporte,
  • armazenamento e distribuição de seus insumos, equipamentos e produtos;
  • lojas de veículos e oficinas de manutenção e conserto de máquinas, equipamentos, veículos leves e pesados e, em relação a estes, a comercialização e serviços associados de peças e pneumáticos;
  • restaurantes, lanchonetes e similares, por meio de entrega a domicílio, em ponto de coleta, na modalidade drive thru, e para atendimento presencial exclusivo a caminhoneiros, sem aglomeração;
  • serviços de auxílio, cuidado e atenção a idosos, pessoas com deficiência e/ou dificuldade de locomoção e do grupo de risco, realizados em domicílio ou em instituições destinadas a esse fim;
  • serviços de segurança, limpeza, vigilância, portaria e zeladoria em estabelecimentos públicos e privados, condomínios, entidades associativas e similares;
  • imprensa;
  • serviços de assistência social e atendimento à população em estado de vulnerabilidade;
  • transporte coletivo de passageiros, incluindo taxis e serviços de aplicativos de transporte, devendo observar normas complementares editadas pela autoridade que regulamenta o setor;
  • supermercados, padarias, mercados e demais estabelecimentos voltados ao abastecimento alimentar da população;
  • atividades de construção civil;
  • processamento de dados e call center ligados a serviços autorizados a funcionar;
  • serviços de entrega em domicílio de qualquer mercadoria ou produto;
  • serviços de suporte portuário, como operadores portuários, agentes de navegação, praticagem e despachantes aduaneiros;
  • pesca artesanal;
  • lojas de materiais e equipamentos de informática;
  • lojas de defensivos e insumos agrícolas;
  • casas de ração animal e petshops;
  • bancos e serviços financeiros, inclusive lotéricas;
  • oficinas e assistências técnicas em geral;
  • lojas de material de construção e prevenção de incêndio;
  • lojas de produtos de higiene e limpeza;
  • depósitos de gás e demais combustíveis;
  • lavanderias;
  • prestação de serviços de advocacia urgentes, que exijam atividade presencial;
  • estabelecimentos de aviamentos e de tecidos, exclusivamente para o fornecimento dos insumos necessários à fabricação de máscaras e outros Equipamentos de Proteção Individual - EPI`s relacionados ao enfrentamento do coronavírus;
  • restaurantes, lanchonetes e similares localizados no Ceasa, bem como em unidades hospitalares e de atendimento à saúde e no aeroporto ou terminal rodoviário, desde que destinados exclusivamente ao atendimento dos trabalhadores, de profissionais da saúde, pacientes e acompanhantes, e passageiros, respectivamente;
  • prestação de serviços de contabilidade urgentes, que exijam atividade presencial;
  • lojas e estabelecimentos situados em shopping centers e similares, por meio de entrega em domicílio e/ou como ponto de coleta no estacionamento, na modalidade drive thru;
  • estabelecimentos voltados ao comércio atacadista;
  • atividades de engenharia, arquitetura e urbanismo para situações urgentes e de apoio à construção civil;
  • estabelecimentos públicos e privados de ensino, para preparação, gravação e transmissão de aulas pela internet ou por TV aberta, e o planejamento de atividades pedagógicas; e
  • óticas.

Como usar a máscara de forma correta?

  1. Higienize as mãos. Antes de tocar a máscara médica limpa, você deve lavar bem as mãos com água e sabonete. Aplique sabonete às mãos molhadas e esfregue uma na outra por pelo menos 20 segundos. Depois, enxague. Seque as mãos com uma folha de papel-toalha e, depois, descarte-a no lixo.
  2. Veja se a máscara tem algum defeito. Depois de tirar a máscara médica nova da caixa, veja se ela está em perfeitas condições ou se tem algum defeito, como rasgos. Se houver, jogue-a fora e use outro acessório.
  3. Coloque a máscara na posição correta. A extremidade superior da máscara é a que tem um detalhe que se encaixa bem no nariz da pessoa. Portanto, ela deve ficar virada para cima na hora de vestir o acessório
  4. Coloque a máscara do lado certo. A parte interna das máscaras médicas é branca, enquanto a externa tem alguma outra cor. Antes de vestir o acessório, veja se ele está do lado correto
  5. Coloque a máscara no rosto. Existem diversos tipos de máscaras médicas no mercado, cada um com um método próprio de aplicação. Com alças para as orelhas: algumas máscaras têm duas alças laterais para as orelhas. Geralmente, elas são feitas de algum material elástico. Pegue o acessório pelo elástico, passe um pela primeira orelha e o outro pela segunda.
    De amarrar: algumas máscaras têm tiras de amarrar na nuca. No geral, há dois pares (um em cima e outro embaixo). Pegue o acessório pelas tiras superiores, passe-as para trás da cabeça e dê o nó.
    Com faixas: algumas máscaras têm duas faixas elásticas que passam para trás da cabeça (sem a necessidade de amarrar). Coloque o acessório no rosto, puxe a faixa superior por cima da cabeça e passe para a nuca. Depois, puxe a faixa inferior com o mesmo movimento.
  6. Ajuste a máscara no nariz. Depois de colocar a máscara na cabeça e no rosto, segure-a na ponte do nariz com o indicador e o polegar.
  7. Se necessário, amarre a tirinha inferior da máscara. Se estiver usando uma máscara de amarrar, dê o nó na base da cabeça. Como o acessório pode acabar não funcionando se você tentar mexer nele demais, é melhor esperar até a parte do nariz ficar no lugar certo antes de amarrar as tiras inferiores
  8. Ajuste a máscara no rosto e debaixo do queixo. Depois de prender bem a máscara, ajuste-a e cubra a boca e o nariz e passe a parte inferior do acessório por baixo do queixo.

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