TRATAMENTO

OMS diz que dois remédios para artrite podem diminuir efeitos e risco de morte com covid-19; saiba quais

Estudo informou que houve redução nos efeitos e no risco de morte por covid-19 em cerca de 11 mil pacientes

OMS diz que dois remédios para artrite podem diminuir efeitos e risco de morte com covid-19; saiba quais

Remédios para artrite podem diminuir risco de sintomas e morte por covid-19 - Foto: Pixabay

Com informações da Zero Hora e CNN Brasil

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou, na terça-feira (06), o uso de dois medicamentos já existentes em pacientes com covid-19. De acordo com as informações publicadas na CNN Brasil, cerca de 11 mil pessoas receberam os seguintes remédios para artrite: Actemra, da Roche, e Kevzara, da Sanofi. Em todos os casos, os efeitos da doença e o risco de morte por covid-19 foram reduzidos.

Segundo a entidade, o risco de morte em 28 dias para pacientes com covid-19 que recebem um dos remédios para artrite é de 21%, em comparação com um risco presumido de 25% entre quem recebe o tratamento padrão.

Tratamento contra covid-19

Os especialistas da OMS acreditam que, o tratamento em pessoas com quadro grave e crítico da covid-19, com os chamados antagonistas à interleucina-6 (que bloqueiam a inflamação), "reduzem o risco de morte e a necessidade de ventilação mecânica". Esses pontos confirmam os resultados dos estudos sobre os medicamentos para artrite ser útil no combate à pessoas que estão internadas com a covid-19. 

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O estudo foi feito com o King's College, a Universidade de Bristol, a Universidade College London e o Guy's and St Thomas' NHS Foundation Trust, e publicado na revista especializada Journal of the American Medical Association. 

Tomou a vacina e ainda pode contrair a covid-19?

A vacinação contra a covid-19 segue em todos os Estados do Brasil. Apesar disso, médicos e especialistas alertam que é possível contrair e transmitir a doença, mesmo após 14 dias da aplicação da segunda dose, quando se completa o ciclo de imunização, pois as vacinas disponíveis, até o momento, protegem contra a gravidade da covid-19. Vale lembrar que nenhuma das vacinas aplicadas na população ainda é 100% eficaz contra o vírus.

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Em entrevista ao jornal O Globo, a infectologista do Hospital Emílio Ribas e do comitê de imunização da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Rosana Richtmann, explicou que todas as vacinas contra a covid-19 possuem uma proteção de 75 a 80% para prevenção de casos moderados e graves, caso tenha tomado as duas doses.

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