Notícia Investigação

Caso Beatriz: mãe volta a pedir prisão de suspeito de apagar imagens


Publicado em 11.01.2019 , às 17:35 / Atualizado em 11.01.2019 , às 18:12

Por TV Jornal

Arquivo pessoal

Nesta sexta-feira (11), a mãe da menina Beatriz Motta, assassinada há três anos, voltou a cobrar providências à Justiça para prisão de suspeito de apagar imagens de uma câmera de segurança. "Ele cometeu um crime de obstrução e precisa ser punido por isso. Quem me garante que ele não vai continuar atrapalhando as investigações?", exclama Lúcia Motta. O crime aconteceu no dia 10 de dezembro de 2015, dentro de uma sala desativada no colégio particular onde a menina estudava, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. 

A mãe de Beatriz acredita na existência de uma quadrilha que está eliminando todas as provas das investigações. "É como se estivessem implantando informações falsas pra tirar o direcionamento da polícia, apagando as câmeras, a reforma da sala de balet realizada dias depois do crime", desabafa.



Confira a fala de Lúcia Motta, mãe de Beatriz Motta:

Funcionário foragido

O advogado de um suspeito de envolvimento na morte de Beatriz Mota, assassinada dentro de um colégio particular em Petrolina no Sertão de Pernambuco, se pronunciou sobre o assunto. O cliente dele, o técnico em informática Alisson Henrique, teria apagado as imagens do circuito de segurança da escola onde aconteceu o crime. Ele é considerado foragido. De acordo com o advogado, o rapaz não vai se apresentar até ter a revogação da prisão decretada. 

Reprodução/TV Jornal

Relembre o Caso Beatriz

Beatriz Mota, então com 7 anos, foi assassinada com 42 facadas no dia 10 de dezembro de 2015, dentro de uma sala desativada no colégio particular em que estudava. A festa de formatura da irmã mais velha da criança era realizada na instituição de ensino e havia várias pessoas no colégio. Em um dado momento, a menina afastou-se dos pais para beber água e não voltou mais. O corpo foi encontrado cerca de 30 minutos depois.