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Parentes reclamam de demora em liberação de corpo no Recife


Publicado em 11.01.2019 , às 17:15

Por TV Jornal

Reprodução/TV Jornal

A família de José Antonio da Silva, de 23 anos, que foi assassinado há uma semana em uma fazenda no município de Limoeiro, no Agreste de Pernambuco, está com dificuldades para conseguir a liberação do corpo no Instituto de Medicina Legal (IML), no bairro de Santo Amaro, na área central do Recife. Segundo eles, o jovem era natural da Paraíba e o governo não está mandando  a autorização necessária e essa demora está impedindo que seja realizado o sepultamento. 

“O pessoal disse que não confronta as digitais. No caso, teria que confrontar as digitais lá na Paraíba. Até então, a Paraíba não mandou nenhum ‘ok’ para o corpo ser liberado”, relatou uma parente do jovem, Patrícia Romero. 



Confira:

Aguardando confrontamento 

O Instituto de Medicina Legal do Recife disse que está na dependência da Paraíba, porque a carteira de identidade de José Antônio da Silva foi emitida lá. As impressões digitais já foram enviadas ao instituto paraibano, responsável por confrontar o material. O IML afirmou que é imprescindível a identificação das digitais para liberar qualquer corpo, por isso o corpo só será liberado quando todos os procedimentos de identificação estiverem concluídos.