ECONOMIA

Recife tem aumento de quase 75% no valor das passagens aéreas

Companhia aérea Avianca enfrenta crise financeira e encerrou voos na capital pernambucana, o que impactou no valor das passagens aéreas das outras empresas

Recife tem aumento de quase 75% no valor das passagens aéreas

com informações da Rádio Jornal

A companhia aérea Avianca deixou de operar voos, no último dia 29 de abril no Recife, reduzindo as ofertas de voos no Aeroporto Internacional dos Guararapes, na Zona Sul do Recife. Como consequência, foi registrada a elevação nos preços das passagens aéreas. Em uma pesquisa realizada por uma plataforma de comparação de preços, após a Avianca entrar em recuperação judicial e encerrar as atividades em vários aeroportos do País, algumas empresas concorrentes que ainda estão operando nos mesmos destinos passaram a oferecer os bilhetes por valores mais altos. Apenas entre maio de 2018 e maio de 2019, foi observado um aumento de quase 75% somente nas viagens de ida, partindo do Recife.

Se liga na dica!

Para não pagar tão caro pelas passagens, o economista André Moraes orienta o viajante a ter cautela e optar pelos dias menos concorridos. “Algumas plataformas de consultas de passagens consegue oferecer um preço mais em conta. Se você sai de uma localidade em um dia que não tenha tanta demanda, o passageiro talvez consiga um preço mais em conta”, completou.

Valor das passagens (Comparativo)

Trecho Recife - Petrolina: Tomando como base o mês de maio deste ano, a passagem está custando R$515,00. No mesmo período do ano anterior, a passagem podia ser adquirida por R$376,00. O aumento foi de quase 37%. 

Trecho Recife - Rio de Janeiro: Tomando como base o mês de maio deste ano, a passagem está custando R$1.194. No mesmo período do ano anterior, a passagem podia ser adquirida por R$689,00. A alta foi de 73%.

Trecho Recife - São Paulo: Tomando como base o mês de maio deste ano, a passagem está custando R$1.333,85. No mesmo período do ano anterior, a passagem podia ser adquirida por R$646,16. O aumento foi de 74,48%, o maior entre todos os reajustes.

Outras consequências

Além do aumento das passagens, a saída da Avianca pode provocar uma série de demissões e trazer consequências preocupantes para o turismo no estado, como detalha o economista André Moraes. “A saída da Avianca vai impactar não só o turismo, como em toda a cadeia que envolve o turismo. Os funcionários da empresa vão ser afetados como também as localidades turísticas”, contou.

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