CASO DE POLíCIA

Homem que agrediu mulher com socos no rosto na Bahia responde por violência contra outras mulheres

O agressor foi identificado como Carlos Samuel Freitas Costa Filho, de 33 anos, e tem longo histórico de agressão contra as mulheres

Homem que agrediu mulher com socos no rosto na Bahia responde por violência contra outras mulheres

O homem chega a ameaçar a pessoa que está gravando o vídeo - Foto: Reprodução

Com informações do O Povo na TV

A polícia procura homem identificado como, Carlos Samuel Freitas Costa Filho, de 33 anos, que foi filmado espancando mulher com vários socos. As imagens, feitas por vizinhos, mostram que o agressor encurrala a vítima em um carro e depois começa a agressão. A mulher conseguiu fugir, mas ele saiu andando tranquilamente pela rua. O caso aconteceu no município de Ilhéus, na Bahia, e desde a quarta-feira (14) causa revolta nas redes sociais. 

De acordo com a polícia baiana, Carlos Samuel já responde por outros 10 crimes de violência contra outras mulheres. Ainda de acordo com as investigações, o histórico de agressões dele é contra ex-namoradas e mulheres da própria família.

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“Me solte e vá embora. Você se acha que, porque você é amigo de polícia... Eu vou dar queixa de você. Aqui, minha boca está do jeito que está. Acabou. Desencosta de mim, pegue sua moto e vá embora. Vá embora, eu vou dar queixa de você”, pediu a mulher antes de ser agredida.

Violência contra a mulher na pandemia

Agência Brasil: O relatório “Violência Doméstica Durante Pandemia de Covid-19”, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP)  analisou dados de violência contra a mulher entre os meses de março e maio de 2020. Segundo a pesquisa, com o isolamento adotado, por causa da pandemia do novo coronavírus, houve “uma redução em uma série de crimes contra as mulheres em diversos estados – indicativo de que as mulheres estão encontrando mais dificuldades em denunciar a(s) violência(s) sofridas nesse período.” A única exceção foi nos crimes letais.

O relatório do Fórum também indica que, no período avaliado, houve uma redução na “distribuição e na concessão de medidas protetivas de urgência, instrumento fundamental para a proteção da mulher em situação de violência doméstica.”

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