O recém-eleito presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, voltou a ressaltar que o Brasil precisa de um trabalho redobrado para vencer a crise sanitária que assola o país.
Além da pacificação dos atores políticos, com respeito às instituições e aos Poderes constituídos, que devem conviver de forma harmônica e independente.
Em sua primeira viagem a um estado brasileiro na condição de presidente do Senado, Rodrigo Pacheco compareceu à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na companhia dos outros dois senadores mineiros, Antonio Anastasia e Carlos Viana, ambos do PSD.
Na avaliação do presidente do Senado, é necessário enfrentar a pandemia da covid-19 com inteligência, agilidade e método científico, como forma de alargar imediatamente o alcance da vacina contra a covid-19 e a prestação de assistência às pessoas mais necessitadas em razão da crise sanitária.
Durante o encontro, o presidente defendeu a prorrogação do auxílio emergencial, a partir da aprovação de propostas que conciliem a assistência social, a manutenção do teto de gastos e a responsabilidade fiscal.
Possibilidades de prorrogação do Auxílio Emergencial
Em relação ao auxílio emergencial, Rodrigo Pacheco reiterou no encontro que assumiu o Senado com o foco de atuação legislativa centrado no trinômio saúde pública/desenvolvimento social e crescimento econômico.
Isso será possível a partir da aprovação das reformas tributária e administrativa, entre outras prioridades.
"É inegável que, com a pandemia ainda não tendo acabado, é fundamental que a gente tenha que auxiliar as pessoas, seja com incremento do Bolsa Família ou com o auxílio emergencial", afirmou.
"Eu senti receptividade do ministro Paulo Guedes à ideia que, com toda a responsabilidade fiscal, possamos ter assistência social mais imediata, enquanto a vacina não for capaz de imunizar toda a população brasileira", continuou.
"Há uma expectativa muito grande. Estamos trabalhando para isso. O valor [do auxílio] é impossível prever, mas lutaremos por um valor que seja digno a quem recebe, com possibilidade para quem paga, dentro dos parâmetros da responsabilidade fiscal", completou.