DINHEIRO

Limite do PIX é igual ao das transferências eletrônicas, diz Banco Central

Os valores máximos de movimentação do PIX continuam definidos pelas instituições financeiras

Limite do PIX é igual ao das transferências eletrônicas, diz Banco Central

Novo sistema de pagamentos, PIX - Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Com informações do UOL, Agência Brasil e TV Jornal

O Banco Central promoveu uma mudança que dever fazer com que correntistas movimentem mais dinheiro através Pix, novo sistema de pagamentos que funciona 24 horas por dia. Desde a segunda-feira (01), os limites máximos do Pix são iguais aos das TEDs (Transferências Eletrônicas Diretas). Para garantir mais a segurança do usuário, os valores máximos de movimentação seguem sendo definidos pelas instituições financeiras, com base no horário, o dia da semana, canal usado e o titular da conta. 

A partir de 01 de abril, os clientes poderão gerenciar os limites do Pix no próprio aplicativo da instituição financeira, conforme divulgou o Banco Central. Atualmente, os clientes correntistas podem personalizar apenas os limites para a TED e o cartão de débito. Esse procedimento, indiretamente, define os limites das operações via Pix. O aumento do limite fica a critério da instituição, após avaliação do perfil do cliente.

Compras pelo PIX

Já para compras, passa a valer o limite máximo do cartão de débito. Antes, as instituições financeiras colocavam um 'teto' de envio do Pix com base em um percentual do limite diário e mensal para a TED ou para a compra no cartão de débito. Ainda de acordo com o Banco Central, a compatibilidade do limite com as quantias fixadas para a Transferência Eletrônica Direita na compra no débito foi o que mudou.

Como funciona o PIX?

 Em parceria com o Banco do Brasil, a Receita Federal está adaptando o recolhimento de tributos à nova tecnologia, lançada no mês passado e que executa transferências em até dez segundos: o PIX.

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O novo modelo do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), principal documento de arrecadação do governo federal, passará a ter um código QR (versão avançada do código de barras) que permitirá o pagamento via Pix. Bastará o contribuinte abrir o aplicativo do banco, ativar o Pix e apontar o celular para o código, que será lido pela câmera do celular.

Cuidado com golpes

A Polícia Federal alerta para o golpe na instalação do Pix, o novo sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central. De acordo com a PF, os golpistas mandam mensagens e emails falsos. Eles se passam pelos bancos oficiais e pedem para as pessoas acessarem um link. Através do acesso pelo link, para realizar o cadastro no Pix, a pessoa corre o risco de sofrer vários golpes financeiros.

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