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Bebê em estado grave é transferido para UTI pediátrica, mas precisa de outro tipo de leito; entenda

Recém-nascido está internado no Hospital Barão de Lucena, no Recife, e apresenta problemas de saúde

Robert Sarmento
Robert Sarmento
Publicado em 11/05/2021 às 21:05
FOTO: Sérgio Bernardo/Acervo JC Imagem
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Em entrevista ao programa O Povo na TV, o pai do bebê recém-nascido e que está intubado em estado grave, afirmou que todos os leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Barão de Lucena estão ocupados. Com isso, a família vive a angústia diária de não saber o destino da criança, que vem apresentando cansaço, secreção e dificuldade para respirar, de acordo com a informação repassada pelos parentes.

Depois de tantos dias de luta, Thiago (pai do bebê) conseguiu ajuda para resolver a internação do filho. De acordo com Taís Silva, do Conselho Tutelar (RPA-4), foi dado entrada no Ministério Público para pedir providências. Na noite desta terça-feira (11), o bebê foi transferido para uma UTI pediátrica. No entanto, pelo quadro de saúde, o menino necessita de uma UTI neonatal. Por isso, a família segue tentando a vaga adequada.

Nota do Hospital Barão de Lucena

Em nota, a direção do Hospital Barão de Lucena reconheceu a grande demanda de pacientes mas afirmou que vem garantindo o suporte necessário a todos que dão entrada na emergência. A unidade negou a falta de kits para intubação, insumos ou medicamentos e disse que aqueles que precisam de uti, enquanto aguardam um leito, recebem a devida assistência.

> Família luta por leito de UTI para recém-nascido internado no Hospital Barão de Lucena; entenda o caso

Sobre a denúncia de casos suspeitos de covid na emergência, a unidade afirmou que todo paciente com quadro de síndrome respiratória aguda grave precisa ficar em ala específica para realização de exame e aguardar a confirmação ou não da doença.

Caso seja descartada, há transferência para ala não covid. A direção comunicou ainda que a equipe de plantonistas foi reforçada em 75% para atender a demanda, que normalmente é maior entre os meses de março e junho, quando há aumento na incidência de vírus respiratórios.

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