PANDEMIA

Coronavírus: Inglaterra e Israel divulgam efetividade de vacinas da Pfizer e AstraZeneca contra variantes; veja resultados

Ambas as vacinas contra a covid-19 estão sendo usadas para vacinar a população no Brasil

Coronavírus: Inglaterra e Israel divulgam efetividade de vacinas da Pfizer e AstraZeneca contra variantes; veja resultados

Variante covid-19 preocupam organizações de saúde pelo mundo - Foto: SES-PE

Com informações da AFP

Os dados de efetividade das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca contra as variantes Delta (identificada na Índia), Alpha (identificada no Reino Unido) e Beta (identificada na África do Sul) do coronavírus foram divulgados por Inglaterra e Israel nesta segunda-feira (14). As duas vacinas contra a covid-19 estão sendo usadas no Brasil. No país europeu, o levantamento foi feito pela autoridade de saúde pública (Public Health England). Já em Israel os dados foram publicados na revista científica "Nature".

Efetividade

A vacina da Pfizer-BioNTech teve efetividade de 96% contra hospitalização pela variante Delta após 2 doses, enquanto a vacina de Oxford/AstraZeneca teve efetividade de 92%. De acordo com a pesquisa, a porcentagem foi comparável com a efetividade das vacinas contra a covid-19 em relação a hospitalização pela variante Alfa.

Uma análise separada feita pela autoridade de saúde pública apontou que o programa de vacinação contra a covid-19 na Inglaterra evitou, até 30 de maio, 14 mil mortes e cerca de 42 mil hospitalizações em idosos.

Em Israel, 813 sequências genéticas do coronavírus foram analisadas para identificar quais eram as variantes responsáveis pelos casos entre as pessoas vacinadas (todos haviam sido vacinadas com a vacina da Pfizer).

Apesar de não haver dados suficientes disponíveis para avaliar o avanço da variante Beta em que recebeu apenas uma dose, o estudo registrou que as pessoas vacinadas e que testaram positivo para covid-19, pelo menos sete dias após a segunda dose foram desproporcionalmente infectadas com a variante Beta (sul-africana/B.1.351), em comparação com as pessoas não vacinadas infectadas.

Já quem testou positivo entre 2 semanas após a primeira dose e 6 dias após a segunda dose foram desproporcionalmente infectadas com a variante Alpha.

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