ESCOLHAS

Rosamaria, atleta do Brasil nas Olimpíadas, recusou carreira de modelo para se dedicar ao vôlei

Além dos jogos, a catarinense costuma compartilhar fotos de alguns trabalhos fotográficos no Instagram

Rosamaria, atleta do Brasil nas Olimpíadas, recusou carreira de modelo para se dedicar ao vôlei

Jogadora Rosamaria foi destaque na vitória do Brasil contra as russas - Foto: Reprodução/ Time Brasil

Se tem uma jogadora que foi a estrela da partida da seleção feminina de vôlei, durante a vitória nas quartas de final das Olimpíadas contra o Comitê Olímpico Russo (ROC, na sigla em inglês), ela se chama Rosamaria Montibeller. No entanto, o sucesso nas quadras não seria possível se a carreira como modelo não tivesse sido deixada de lado. A atleta foi sondada por marcas de moda e agências, mas optou pelo esporte ao invés das passarelas. 

> Rosamaria do vôlei: Conheça a jogadora que brilhou na vitória do Brasil contra russas

> Por que a Rússia foi banida das Olimpíadas de Tóquio e o que é ROC? Entenda a polêmica

Atualmente, joga no clube italiano AGIL Volley Novara. Apesar disso, Rosamaria tem um lado influencer. Com quase 500 mil seguidores no Instagram, ela publica várias fotos e vídeos de ensaios publicitários para a marca esportiva no qual é patrocinada. A atleta de 1,85m de altura joga na posição de oposta e brilhou contra as russas.

Atleta do Brasil usa máscara nos jogos

Quando o jogador Lucão, da Seleção Brasileira de vôlei de quadra, entra em quadra, chama a atenção nas redes sociais por algo além da qualidade dele. O atleta usa uma máscara de proteção contra a covid-19 durante os jogos. Em tempos de pandemia, o utensílio é uma recomendação dos órgãos de saúde, uso não é obrigatório na quadra. Mas por que ele decidiu utilizar? Clique aqui e leia a matéria completa.

> Rebeca Andrade será porta-bandeira do Brasil na cerimônia de encerramento das Olimpíadas 2021

> Ítalo Ferreira, ouro nas Olimpíadas de Tóquio, vai doar prancha de surfe para funcionário da TV Jornal

"Eu tomei essa opção de usar a máscara desde que os treinamentos voltaram com um grupo maior. Primeiro porque a gente não tem controle sobre o vírus, mesmo fazendo testagem a cada 14 dias. Mas existe esse lapso no meio, e a pessoa pode ser infectada ou não. Eu sei do jeito que estou me cuidando, mas sei que posso pegar. São muitas pessoas para ficarmos de olho, sem saber o que estão fazendo no dia a dia. Foi um jeito que eu achei de minimizar a chance de contrair a doença para não ter que parar", afirmou à época.

COMENTÁRIOS

Os comentários abaixo são de responsabilidade dos respectivos perfis do facebook.