CASO ITAQUITINGA

Companheiro suspeito de atear fogo e matar mulher é preso em Goiana

Taislane Beatriz, de 22 anos, morreu na última segunda-feira (28).

Companheiro suspeito de atear fogo e matar mulher é preso em Goiana

Taislane Beatriz, de 20 anos, foi morta queimada em Itaquitinga - Foto: Cortesia

O suspeito foi preso pela Polícia civil na tarde dessa quarta-feira (29), na casa de parentes, no município de Goiana, no Grande Recife. O mototaxista, Ariclenes Pessoa dos Santos, de 28 anos, é o pincipal suspeito de atear fogo na companheira, no município de Itaquitinga, no último dia 12 de janeiro. Ele estava na sala da casa quando a polícia chegou e não resistiu a prisão.

Segundo o delegado Aldeci José da Silva, o crime foi premeditado. Ariclenes não se conformava com o desejo de Thayslane Beatriz Teixeira da Silva, de 22 anos, de terminar o relacionamento e ir morar no Recife.

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Investigação

A princípio, a vítima, antes de morrer, havia afirmado ter sido acidente. Mas parentes dela fizeram com que a polícia fosse mais a fundo na investigação. Familiares, amigos e vizinhos da mulher morta queimada estão revoltados e acreditam que o marido da jovem de 22 anos é o responsável pelo crime. O corpo de Taislane Beatriz foi liberado do Instituto Médico Legal, no Recife, nessa quarta-feira (29), e levado para o município de Itaquitinga, onde o caso aconteceu. 

O delegado Aldeci José está investigando o caso e informou que as investigações devem ser concluídas até o dia 07 de fevereiro.

''O caso chegou na delegacia como uma tentativa de feminicídio. tomamos conhecimento que ela foi queimada e socorrida para o hospital da restauração. estamos dando continuidade as investigações. Acredito que nesta semana o caso seja solucionado e encaminhado a Justiça.  Iremos aguardar agora o posicionamento do poder judiciário'', afirmou.

Protesto

Um protesto foi feito pela morte da mulher para pedir justiça. As pessoas demonstraram indignação com o ocorrido e querem encontrar o suspeito. ''Nós temos vários comentários sobre o paradeiro (do suspeito), mas, infelizmente, muita gente tem medo de denunciar. Enquanto tivermos medo, acabamos sustentando esse crime'', contou a professora Joseane rocha.

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