BEIRUTE

Médicos brasileiros levam pele de tilápia para tratar vítimas de explosão no Líbano

Pesquisadores da UFPE ajudaram a descobrir que a pele do peixe pode ajudar no tratamento de queimaduras

Médicos brasileiros levam pele de tilápia para tratar vítimas de explosão no Líbano

Pele de tilápia é utilizada como curativo biológico para vítimas de queimaduras - Foto: Foto: Divulgação / UFC

Pesquisadores das Universidades Federais de Pernambuco e do Ceará ajudaram a descobrir que a pele do peixe tilápia pode ajudar no tratamento de queimaduras. Os estudos levaram à descoberta dos benefícios do material e vão ajudar vítimas da tragédia da mega explosão na cidade de Beirute, capital do Líbano.

Parte do material sairá da Região Nordeste. Até o incio desta semama as autoridades do país registravam pelo menos 150 mortes e mais de 5 mil pessoas feridas. A doação poderia ajudar pelo menos 200 vítimas da explosão, segundo afirma o cirurgião plástico Marcelo Borges, que é um dos idealizadores do projeto que surgiu em 2014 e utiliza o material como um curativo biológico para vítimas de queimaduras.

Assista na reportagem

Pele de tilápia

Apesar da pele da tilápia ainda não ser registrada na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o Governo Federal autorizou a ajuda humanitária que será enviada esta semana em dois aviões que partirão do Rio de Janeiro e de São Paulo, em direção ao Líbano, junto com uma equipe médica. O pesquisador Edmar Soares, que também está a frente do projeto, já informou que existe estoque para uma nova ajuda caso necessário.

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