''Acredito muito na Polícia Civil e PM'', diz pai de veterinária morta - Parte 04


"Passei 30 anos na minha polícia e acredito que meus amigos vão me dar uma resposta. Acredito muito na Polícia Civil e na Polícia Militar. Perdi uma filha de 34 anos, na flor da idade, imagine como eu estou", desabafa Roberto Magalhães, o pai veterinária morta em uma abordagem criminosa no Grande Recife e comissário da polícia aposentado. Ele conversou com a reportagem da TV Jornal durante o velório de Natália Regina de Andrade, de 34 anos. Amigos e familiares prestaram as últimas homenagens no Cemitério Parque das Flores, na Zona Oeste do Recife. Ainda durante a entrevista, o pai da veterinária revelou que o carro onde a filha morreu foi um presente dele para ela. "Há quatro meses eu comprei quando ela se formou em veterinária. Ela estava precisando de um carro e há quatro meses eu comprei e dei a ela", conta. O dono do carro que foi roubado e usado para cometer o latrocínio contra a veterinária foi ouvido pela localizado. Para a TV Jornal, o homem, que preferiu não se identificar, contou que foi abordado por dois homens em uma motocicleta. "Quando fui levar minha esposa no colégio em Itapissuma, vinham dois homens em uma moto. Mandaram eu parar e descer do carro e correr, baixar a cabeça e não olhar pra trás. Liguei para o 190, prestei a queixa e quando estava indo para a delegacia, estava o carro virado na entrada da Usina São José", relata o homem.