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Linha Sul do Metrô do Recife segue sem previsão para volta da operação

Segundo a CBTU, um problema afetou a rede aérea da Linha Sul do Metrô do Recife


Linha Sul do Metrô do Recife segue sem previsão para volta da operação

O problema teve início por volta das 5h50, de acordo com a CBTU - Foto: Tião Siqueira/ JC Imagem

Os passageiros que dependem do Metrô do Recife enfrentam mais um dia de transtornos. Desde o início desta terça-feira (6), a Linha Sul está sem operar e, de acordo com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), ainda não há previsão para volta da operação dos trens. O transtorno teve início por volta das 5h50.

Segundo a CBTU, um problema afetou a rede aérea da Linha Sul do metrô e ocasionou falta de energia de tração dos trens. Por conta disso, as estações precisaram ser fechadas.

Reforço nas linhas de ônibus

Por conta disso, um plano de contingência entrou em operação, com a linha 140 – TI Cajueiro Seco/ Shopping Recife. Com isso, os ônibus desta linha estão entrando no TI Aeroporto, onde os passageiros que desejam ir ao Centro do Recife podem embarcar na linha 115 - TI Aeroporto/ TI Afogados que está fazendo viagens até o Terminal Cais Santa Rita.

Além disso, o Grande Recife Consórcio argumentou que, por conta dos Terminais Integrados de Cajueiro Seco, Prazeres, Aeroporto e Tancredo Neves serem muito próximos dos corredores
principais, os usuários têm outras opções de linha para chegar ao Centro do Recife, a exemplo da 166 - TI Cajueiro Seco (Rua do Sol), 168 – TI Tancredo Neves (Conde da Boa Vista), 185 – TI Cabo, 4123-Três Carneiros Baixo (Cais de Santa Rita), 4133 - Três Carneiros (Cais de Santa Rita), 4134 - Lagoa Encantada (Cais de Santa Rita), 4135-UR-10 (Cais de Santa Rita), 4137 - UR-11 (Cais de Santa Rita), 4142 - Alto Dois Carneiros (Cais de Santa Rita) e ainda os opcionais 214 - UR-02 (Ibura) (Opcional) e 224-UR-11 (Opcional).

Aumento de tarifa

Desde o dia 20 de março a tarifa do metrô passou de R$ 4 para R$ 4,25. Este é o sétimo reajuste das tarifas num intervalo de um ano e oito meses. E são majorações que já ultrapassam os 80%. Em março de 2019, a passagem subiu de R$ 1,60 para R$ 2,60 e, de lá até agora, chegou a R$ 4,25. 

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