O presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que após a aprovação do auxílio emergencial, parlamentares trabalham para apresentar um novo Bolsa Família.
A fala de Pacheco foi durante palestra na Associação Comercial de São Paulo. De acordo com ele, agora a missão é apresentar um programa social de renda mínima.
O Congresso Nacional tem um prazo de quatro meses, que é o prazo de duração inicial do auxílio emergencial 2021.
"Teremos muitos herdeiros da covid-19, com muitos desempregados. Precisamos de um programa que mescle assistência com estímulo ao trabalho", afirmou.
Bolsa Família 'turbinado'
O governo federal pretende começar a pagar um Bolsa Família ampliado, em 2021. É o que diz o ministro da Cidadania, João Roma, em entrevista exclusiva ao SBT News.
O ministro já havia falado sobre a ampliação do Bolsa Família, na última sexta-feira (19).
A ideia é que o Bolsa Família 'turbinado' tenha início em agosto, assim que terminar o pagamento da segunda rodada do auxílio emergencial.
>> Bolsa Família 'turbinado' deve começar em agosto, diz ministro da Cidadania; o que vai mudar?
Covid-19
Pacheco também disse que o "setor de serviços precisa ser olhado, pois é um grande gerador de empregos".
O parlamentar disse que o Ministério da Economia vem sendo cobrado a apresentar também um pacote de socorro aos empresários. Ele não descartou um novo Refiz e atualização de ativos.
O senador destacou ainda que a covid-19 é a grande prioridade do legislativo neste momento.
"O negacionismo era uma tese no início da pandemia, ele passou a ser uma brincadeira macabra e medieval", afirmou Pacheco.
>> AUXÍLIO EMERGENCIAL 2021: veja como consultar e regularizar situação do CPF para garantir benefício
No momento, o ministro falava sobre a aprovação da lei que autoriza união, estados e municípios a comprar vacinas e assumir riscos.
Pacheco deixou claro que mesmo com a autonomia, o senado e a câmara dos deputados são colaborativos com o governo federal em busca de soluções para a crise sanitária do país.