COVID-19

Governo de Pernambuco anuncia novas restrições para conter covid-19 e H3N2; confira mudanças


Decreto com novas restrições foi divulgado pelo Governo na noite desta segunda-feira (10).

Gustavo Henrique
Gustavo Henrique
Publicado em 10/01/2022 às 18:46
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Hélia Scheppa/SEI
Paulo Câmara manteve a suspensão das aulas presenciais do ensino básico - FOTO: Hélia Scheppa/SEI
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O Governo de Pernambuco anunciou na noite desta segunda-feira (10) novas medidas de restrição para conter o avanço da covid-19 e da gripe H3N2 no Estado. 

Confira as restrições impostas

A reportagem da TV Jornal havia adiantado, hoje, a possibilidade do ocorrido, tendo em vista a crescente nos números de casos de covid e da influenza em Pernambuco. 

A partir da próxima sexta-feira (14), será exigida a apresentação de passaporte vacinal para se ter acesso a serviços de alimentação, cinemas, teatros e museus.

Eventos com capacidade reduzida

Já os eventos, terão a capacidade máxima reduzida para três mil pessoas e, além da exigência de comprovação de duas doses, será preciso apresentar um teste negativo para Covid-19. As medidas são válidas até 31 de janeiro.

A comprovação de vacinação será de duas doses ou dose única para pessoas até 54 anos e de dose de reforço para pessoas acima de 55 anos.

Nos eventos, além do passaporte vacinal será exigida a apresentação de teste negativo de covid, sendo com 24 horas de antecedência para exames de antígeno e de 48 horas para exames de RT-PCR.

O número máximo de frequentadores será de 50% da capacidade do espaço ou três mil pessoas em locais abertos e de mil pessoas, em locais fechados.

Números crescem no Estado

“A ocupação dos leitos de terapia intensiva no estado chegou a 85% nesta segunda-feira. Temos um problema duplo com uma epidemia de influenza dentro da pandemia de Covid. Temos feito nossa parte com a ampliação de leitos, mas apenas isso não será suficiente. Estamos ampliando a exigência do passaporte vacinal para salvar vidas e diminuir a quantidade de mais de 500 mil pernambucanos que não concluíram sua imunização”, afirmou o governador Paulo Câmara.

 

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