COVID-19

Saiba o que muda em Pernambuco a partir desta sexta-feira, 14 de janeiro, após novo decreto do Governo


Setor de shows e eventos sofrerá mudanças na capacidade e quantidade de pessoas a partir da próxima sexta-feira (14).

Gustavo Henrique
Gustavo Henrique
Publicado em 11/01/2022 às 15:59
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Bruno Campos/TV Jornal
Lockdown em Pernambuco não será prorrogado pelo governo - FOTO: Bruno Campos/TV Jornal
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Pernambuco divulgou, nessa segunda-feira (10), novas medidas de segurança e restrições para conter o avanço da covid-19 e da gripe H3N2 no Estado. As medidas passam a valer já a partir da próxima sexta-feira, dia 14 de janeiro.  As medidas são válidas até 31 de janeiro.

Com o novo decreto validado, dúvidas sobre o que pode e o que não pode em Pernambuco aparecem na população. Afinal, o que vai mudar a partir do dia 14? E o que permanece?

>Governo de Pernambuco anuncia novas restrições para conter covid-19 e H3N2; confira mudanças

O que vai mudar em Pernambuco após novo decreto?

Eventos

Eventos como shows, festas e formaturas terão novas regras de capacidade de espaço e número de pessoas. A quantidade é diferente para espaços abertos / fechados. 

Os eventos terão a capacidade máxima reduzida para três mil pessoas e, além da exigência de comprovação de duas doses, será preciso apresentar um teste negativo para Covid-19, sendo com 24 horas de antecedência para exames de antígeno e de 48 horas para exames de RT-PCR.

Locais abertos: três mil pessoas em locais abertos ou 50% da capacidade do espaço.

Locais fechados: mil pessoas em locais fechados ou 50% da capacidade do espaço.

Bares e restaurantes

A partir do dia 14 de janeiro será necessário também apresentar a comprovação de duas doses da vacina contra a covid-19 para ter acesso aos bares e restaurantes no Estado. 

Números crescem no Estado

“A ocupação dos leitos de terapia intensiva no estado chegou a 85% nesta segunda-feira. Temos um problema duplo com uma epidemia de influenza dentro da pandemia de Covid. Temos feito nossa parte com a ampliação de leitos, mas apenas isso não será suficiente. Estamos ampliando a exigência do passaporte vacinal para salvar vidas e diminuir a quantidade de mais de 500 mil pernambucanos que não concluíram sua imunização”, afirmou o governador Paulo Câmara.


 

 

 

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