ALERTA

Criminosos aproveitam coronavírus para aplicar golpes via WhatsApp

Golpes prometem benefícios, por causa do avanço do coronavírus

Criminosos aproveitam coronavírus para aplicar golpes via WhatsApp

A Polícia Federal (PF) alerta para que ninguém clique em link que chega pela rede social - Foto: Reprodução/Tecnoblog

Um golpe no WhatsApp está prometendo material de limpeza e máscaras para beneficiários do Bolsa Família. A mensagem diz que as pessoas têm direito a sacar R$ 470, mas precisam mandar dados pessoais.

Alerta

A Polícia Federal (PF) alerta para que ninguém clique em link que chega pela rede social, porque os criminosos pegam os dados e acabam sacando o dinheiro do Bolsa Família, do FGTS, entre outros golpes.

Coronavírus no Brasil

O número de mortes em decorrência do novo coronavírus (covid-19) subiu para quatro, conforme atualização mais recente do Ministério da Saúde divulgada nessa quarta (18). Até o balanço anunciado ontem, havia apenas um óbito confirmado.

Os falecimentos ocorreram na cidade de São Paulo. Duas novas mortes foram confirmadas pelo hospital Sancta Maggiore, na capital paulista. As duas vítimas, uma de 65 e outra de 80 anos, estavam internadas desde o último sábado (15) a apresentavam comorbidades.

Já os casos confirmados do novo coronavírus (covid-19) chegaram a 428. O número é 137 acima do último balanço ontem (17), quando o total estava em 291 pessoas infectadas. Na segunda-feira (16), eram 234 pacientes nessa situação.

Casos

São Paulo concentra a maior parte dos casos (240). Em seguida vêm Rio de Janeiro (45), Distrito Federal (26), Rio Grande do Sul (19), Pernambuco (16), Minas Gerais (15) e Paraná (13). Além desses, foram identificados casos em Santa Catarina (10), Espírito Santo e Ceará (9), Goiás (8), Mato Grosso do Sul (7), Sergipe (5), Bahia (3) e Alagoas, Rio Grande do Norte e Amazonas (1).

Já os casos suspeitos alcançaram 11.278. No balanço de ontem, eles haviam chegado a 8.819, quatro vezes mais do que na segunda-feira (16), quando foram contabilizados 2.064. O Ministério da Saúde justificou o salto pelo fato das inclusões no sistema terem passado a ser feitas de forma automatizada pelas secretarias estaduais. Os descartados somaram 13.551. 

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