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Tratamento parado: "Quero ser forte, mas foi golpe duro", diz Débora

Débora teve o couro cabeludo arrancado em acidente de kart, no ano passado, e denuncia que a empresa Big Bompreço parou de custear o tratamento

Tratamento parado:

Débora Dantas, de 19 anos, foi vítima de um acidente com kart, em agosto do ano passado, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife - Foto: Reprodução/TV Jornal

A auxiliar de ensino e estudante Débora Dantas, de 19 anos, que teve o couro cabeludo arrancado, em acidente de kart, no mês de agosto de 2019, denuncia que não está recebendo a assistência adequada do supermercado responsável pelo espaço onde a pista de kart funcionava, o Big Bompreço, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.

Segundo Débora, na semana passada, ela devia ter seguido para Ribeirão Preto, em São Paulo, para dar continuidade ao tratamento cirúrgico, mas não viajou. "Eu quero ser forte, eu quero sair dessa. Mas foi um golpe duro. Eu não esperava", afirmou, durante entrevista à TV Jornal. 

 

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O que disse o grupo Big Bompreço? 

Em nota, o grupo Big Bom Preço informou que a denúncia de Débora Dantas foi uma surpresa e reafirmou o compromisso de arcar com o tratamento da jovem, como tem feito desde o começo. Ainda segundo a nota, todos os custos referentes ao tratamento foram pagos e o que é questionado são apenas pedidos de despesas não previstas no processo de recuperação de Débora.

Por fim, a nota reitera que a prioridade sempre foi a plena recuperação da saúde de Débora Dantas e que o grupo está à disposição para chegar a um bom entendimento com ela.

 

Confira a nota na íntegra da empresa

"Desde o primeiro momento em que ocorreu o acidente na pista de kart no estacionamento da loja em Recife (PE), a prioridade do Grupo BIG foi a de prestar toda a assistência para Débora Stefany Oliveira, apesar do fato ter acontecido em uma área alugada para um terceiro, sem qualquer responsabilidade da companhia.

A empresa arcou com todos os custos financeiros do tratamento – centro cirúrgico/hospitalar, equipe médica, medicamentos, além do custeio de passagens aéreas, estadia, refeições, inclusive de acompanhantes de sua escolha. Até agora, o tratamento foi realizado com sucesso no Hospital Especializado de Ribeirão Preto, referência no Brasil em cirurgias de alta complexidade no campo de microcirurgias reconstrutivas plásticas.

 Diante desse histórico, o Grupo BIG recebeu com surpresa as declarações de Débora Oliveira, pois mantém integralmente o seu compromisso de assumir todas as despesas com o tratamento dela. Vale assinalar que a equipe médica responsável pelo caso recentemente apresentou o novo cronograma, que prevê a realização de aproximadamente 10 procedimentos ao longo de 2020. 

O que está sendo questionado, portanto, não é a continuidade do tratamento. Mas o seu pedido para que a empresa arque com os custos da sua ida aos Estados Unidos e outras despesas que extrapolam em muito qualquer relação com a questão médica e saúde dela.  

O Grupo BIG reitera que sua prioridade sempre foi a plena recuperação da saúde de Débora Oliveira e não tem medido esforços para assegurar que o tratamento seja bem sucedido e está à disposição para chegar a um bom entendimento com ela".

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