LUTO

Corpo de dançarino assassinado no Metrô do Recife é enterrado em Santo Amaro, no Recife

O dançarino Bruno Henrique, de 21 anos, foi morto a facadas, em plena luz do dia nessa terça (21), dentro de um vagão do Metrô do Recife.

Corpo de dançarino assassinado no Metrô do Recife é enterrado em Santo Amaro, no Recife

Enterro aconteceu no Cemitério de Santo Amaro, na área central do Recife. - Foto: Waldson Balbino / TV Jornal

TV Jornal

O corpo de Bruno Henrique dos Santos, de 21 anos, foi enterrado na tarde desta quarta-feira (22), na área social do Cemitério de Santo Amaro, no Recife. A mãe do artista de rua, Lucicleide Viana, ficou o tempo todo ao lado do caixão do filho e foi amparada por parentes que prestaram as últimas homenagens ao jovem, que foi assassinado a facadas dentro de uma composição do Metrô do Recife nessa terça (21).

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A viúva de Bruno chegou ao cemitério aos prantos para se despedir do companheiro. Ela não quis falar com a reportagem da TV Jornal. Muito emocionada, a mãe do artista desmaiou e foi acolhida por parentes. No final da tarde, o corpo do dançarino foi sepultado sob forte comoção.

Prisão

O homem suspeito de ter esfaqueado o dançarino dentro do vagão do metrô do Recife, nessa terça-feira (21), foi preso em flagrante nesta quarta-feira (22), pela Polícia Civil de Pernambuco (PCPE). Mais detalhes sobre a prisão serão fornecidos pelo delegado Bruno de Ugalde, às 15h30, no auditório da Sede Operacional da Polícia Civil. (Atualizaremos esta matéria logo mais)

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O crime

O assassinato do dançarino de rua a facadas dentro do vagão do metrô do Recife, nesta terça-feira (21), chocou a população pernambucana. Bruno Henrique dos Santos, de 21 anos, fazia apresentações artísticas no transporte público quando foi atacado e morto, diante de diversos usuários. A mãe do jovem, Lucicleide Viana, contou que o filho era uma boa pessoa e não tinha desentendimento com ninguém. "Bruno era um amor de pessoa, carinhoso, me dava tanto cheiro... Só queria dançar, somente. Ele ia todos os dias para o metrô trabalhar, para ganhar o pão de cada dia e pagar o aluguel. Tinha uma vida social como qualquer pessoa. Ele nunca falou sobre alguém o ameaçar", disse a mãe.

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