TRAGÉDIA

Policial Militar mata ex-namorada com um tiro e depois se mata em crime chocante em Caruaru

O Policial Militar e a ex-namorada ficaram juntos por aproximadamente um ano e recentemente haviam se separado.

Catêrine Costa
Catêrine Costa
Publicado em 18/05/2022 às 14:01 | Atualizado em 19/05/2022 às 14:48
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Imagens: Jobson Gonçalves
Alef e Débora ficaram juntos por aproximadamente um ano e recentemente haviam se separado. - FOTO: Imagens: Jobson Gonçalves
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Com informações da repórter Renata Araújo da TV Jornal Caruaru

Um policial militar matou a ex-namorada e em seguida cometeu suicídio na cidade de Caruaru, Região Agreste de Pernambuco. 

O crime ocorreu por volta das 7h30 da manhã desta quarta-feira (18). De acordo com informações da Polícia Civil, o policial militar, integrante do Biesp, Alef David da Silva, de 23 anos, matou a ex-namorada Débora Siqueira de Arruda, de 20 anos, com um tiro, e depois se matou.

A principal linha de investigação da polícia é feminicídio.

NAMORO

Alef e Débora ficaram juntos por aproximadamente um ano e recentemente haviam se separado.

Hoje, depois de uma madrugada de trabalho, o policial chegou até a casa da namorada, eles tiveram uma discussão, que resultou na tragédia.

"Ele trabalhou a noite toda e chegou na residência dela - eles moravam juntos e teve uma separação recente - tudo indica que eles tiveram uma discussão e infelizmente ocorreu essa tragédia", contou o delegado Eric Costa. 

Ainda de acordo com o delegado, o fim do relacionamento de Alef e Débora vinha sendo de muitas brigas e discussões.

A arma utilizada no crime foi a que o PM trabalhava e ambos morreram com um único disparo. 

FAMÍLIA

A mãe de Débora ficou viúva recentemente e estava morando com a filha, mas no momento do crime, não estava em casa.

Assim que soube do ocorrido, foi até a residência. Desesperada, precisou ser consolada por outras pessoas.

Uma amiga de Débora também ficou bastante abalada. Elas trabalharam juntas em uma empresa de telefonia, localizada no centro de Caruaru.

Abalados, familiares e amigos preferiram não gravar entrevista.

Alef estava na Polícia Militar há pouco tempo. O pai dele também é da corporação.

"Abalou todo mundo. Todo mundo que trabalha com segurança pública. É um jovem, infelizmente por conta de fatores que a gente ainda vai precisar avaliar no decorrer da investigação, acabou acontecendo essa tragédia", lamentou o delegado.